domingo, 27 de setembro de 2009

NINFAS CONSAGRADAS PELO REINO CENTRAL


Minhas filhas,

Salve Deus!

Gostaria imensamente, que cada uma de vocês fizesse um sincero exame de consciência e, despertassem para o importante papel que por Deus, lhes foi confiados, neste limiar do Terceiro Milênio, quando temos tanto trabalho a realizar, desempenhando as suas funções como verdadeiras missionárias que são. Porque, minhas filhas, é muito triste ver que o desequilíbrio começa a se alastrar, insinuando-se em seus corações e em suas mentes, tornando difíceis, as tarefas mais simples, desarmonizando os trabalhos, gerando rivalidades que criam profundos abismos entre vocês e entre as falanges missionárias e, o que é pior, causando desilusões profundas aos que contavam, com o apoio e o amor de vocês.
A inveja e o ciúme são frutos da insegurança. E esta é provocada por fatores que devemos combater. Quanto maior for o conhecimento dentro da CONDUTA DOUTRINÁRIA, quanto mais participarem dos TRABALHOS NO TEMPLO, mais confiança vão adquirindo e, assim, a insegurança vai acabando. Também, deve ser evitado o excesso de confiança, pensando que nada mais tem a aprender e, cair no feio abismo da vaidade.
Sempre que envergarem seus uniformes, suas indumentárias devem deixar que a individualidade passe a conduzi-Ias. Esqueçam os problemas, as dores que perturbam a personalidade e, procurem dedicar-se, dando o melhor de si levando a Lei do Auxilio aonde quer que se faça necessário, porque, é terrível o efeito de uma negativa para ajudar em um trabalho, pelo simples motivo de não estar disposta ou não ter sido escalada, especificamente, para aquilo. Quando há escassez de ninfas, não se justifica que, por simples questão de preferência, haja mais ninfas do que o necessário para a realização de um trabalho, ficando outro paralisado.
Vamos, mesmo que com esforço, nos tornarmos prestativas, cuidando de tudo e de todos com atenção e carinho, fazendo com que as pessoas se sintam bem com nossa presença, que nossa vibração transmita serenidade e equilíbrio. Vamos valorizar o trabalho de cada uma e, das falanges missionárias e, em lugar de criar tolas rivalidades, é preciso ter a preocupação de agir em conjunto e harmonia, juntando as forças, abrindo os corações, irmanando-se com todos na importante tarefa de auxiliar os que necessitam.
É preciso ter muito cuidado para não decepcionar aos que as cercam e, principalmente, às Guias Missionárias, os Grandes Iniciados, que criam, em cada uma de vocês, essa beleza interior, essa força, o amor incondicional abrindo seus caminhos para a luz e a paz, a felicidade do cumprimento de suas missões.
Junto a seus mestres, ou nas falanges missionárias, busquem sempre servir dentro da Lei Crística, com amor, tolerância e humildade.

Salve Deus! Com carinho, a Mãe em Cristo.


TIA NEIVA

Vale do Amanhecer – DF. 18 de fevereiro de 1981

Edição do Trino Administração Muray – 21 de fevereiro de 2004

terça-feira, 22 de setembro de 2009

MINHA FILHA MISSIONÁRIA


Salve Deus!

É muito séria a sua missão, conscientização em nós mesmos, é colocar essa missão acima de nossas próprias dores, dos nossos próprios ais.
Vamos formar agora um continente e sairmos dessas ilhas, em que cada falange está se formando.
Lembre-se filha, que estamos à mercê de um grande tribunal e, com ele e só por ele, que chegaremos à vida eterna. Devemos sempre esconder as nossas asas. Elas são brancas e não podemos maculá-las.
Nessa era filha somos jaguares, papel cortado em forma de gente. Como mulheres, quando caímos somos pisadas. E nessa corrente somos ninfas, somos leves e vivemos esvoaçando sobre os montes.
Filha, todas as ninfas terão que entrar em escalas e para tanto, precisarão passar por um treinamento com a Edelves. Designei minha filha Adjunta Yuricy Edelves, como aos vossos Adjuntos Missionários Alufã e Adejã, para que as conduzam ao desenvolvimento dos novos eventos, das novas atribuições. Venho de um mundo onde as razões se encontram e não posso mais suportar o desamor que estamos dando à mediunidade. É preciso que a missionária se coloque em seu lugar e, para que isso aconteça, é necessário mais amor, mais tolerância e mais humildade.
Minha filha, não há missão específica nem mesmo para as ninfas Aponaras, que são as ninfas dos Adjuntos Maiores. As responsabilidades de todas as falanges são muito sérias, além dos rituais da Iniciação Dharman-Oxinto, Elevações, Batizados, Casamentos, etc... Em breve faremos realizar no Aledá, um trabalho onde sete ninfas irão incorporar o PAI SETA BRANCA. Manifestações que irão durar cerca de 20 minutos, em ritual semelhante ao realizado pelos Mestres Ajanãs no Oráculo de Simiromba. Antes, porém, terão que passar por este desenvolvimento com a Edelves e, no final serão consagradas e receberão uma placa dada por mim, recebendo assim sua graduação.
De vossos Adjuntos Missionários Alufã e Adejã, pedi para estarem atentos ao vosso desenvolvimento, a todos os vossos problemas, trazendo-me um relatório mensal com os nomes de cada ninfa formada por esse desenvolvimento. Espero que as dificuldades, as barreiras a eles reservadas nessa tarefa, sejam desses pequenos sóis, dessas pequenas luas, as menores possíveis.
É difícil compreender o homem a caminho de Deus. Muitas vezes falhamos e eles não falham e, quando falham, pior são as nossas falhas.
Filha, o meu comportamento com as Ninfas Missionárias dos templos externos será o mesmo, porque para mim, sempre deixei bem claro: conheço o mestre do templo mãe.
Filha, como Tia Neiva, foi preciso que eu ficasse pequenininha, para caber no coração de todos os meus filhos. Espero que você, como eu, deixe que a missão cresça e, a si mesma diminua, como fiz, para caber no coração das demais.
Por enquanto filha, é o que te posso dar.
Com carinho, a Mãe em Cristo Jesus.

TIA NEIVA

Vale do Amanhecer – DF. 11 de março de 1983

Edição do Trino Administração Muray – 15 de fevereiro de 2004

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Consagração de Falange Missionárias - 20/09/2009

Primeira Tupinambá Yone


Várias Ninfas compareceram na consagração.






1ª Tupinambá fazendo emissão e canto


Trino Muray - Mestre Ademar
Fazendo emissão e canto




Ninfas Rosa e Rita




Ninfa Nelina, sua Primeira, Yone e Regente da Falange Maria Ferreira (Ester)

sábado, 19 de setembro de 2009

FORMAÇÃO DA FALANGE


Yone Turial de Almeira, Primeira Tupinambá, acompanhou Tia Neiva em sua jornada, desde 1974. Oito anos depois, assumiu a missão dada por pai Seta Branca: criar a falange dele.

Em 1982, eu era Muruaicy, mas tinha saído da falange. Tia Neiva mandou que eu voltasse para ser Regente porque a Primeira Muraicy (Rilza) estava afastada. Na Estrela, no dia da consagração da Dinah como Primeira Dharman-Oxinto, a tia disse: "minha filha, você vai ficar aqui do lado, não vai ser mais Regente Muruaicy, o Pai Seta Branca disse que sua missão vai ser outra".

No dia seguinte na casa de Tia Neiva, fui informada por ela que a minha missão era formar a falange de Pai Seta Branca, pois ele disse que tinha chegado à hora.

A missão da falange, naquele momento, tinha um cunho social, era o Serviço Social da Doutrina. A Tia deixou escrito: "A falange Tupinambá tem acesso à direção da Casa Grande", porque nós teríamos que estar lá. Ele trouxe as Tupinambás para trabalhos sociais, ligados a atenção aos irmãos menos favorecidos, as crianças desamparadas, aos pacientes que chegavam bêbados e aos drogados. Distribuir harmonia entre o corpo mediúnico e ajuda em arrecadação para ajudar alguns necessitados.

"Eu recebia as pessoas, dava alimentação e conduzia até o Templo, para passar nos trabalhos todos os dias. As entidades mandavam me chamar e diziam: Fica com esse paciente por tantos dias e, eu ficava. Então, todos os dias eu os trazia até o Templo e eles passavam nos trabalhos, até o dia que eles concluíam o tratamento espiritual e seguiam os seus caminho, para onde quisessem ir. Muitos mestres passaram por lá. Fiquei na Casa Grande por oito anos, mas resolveram desmanchá-Ia e foram formadas outras casas em outros lugares. As vezes, alimentava sessenta, setenta pessoas num almoço e o mesmo no jantar".

Tudo o que eu fazia era através da intuição de Pai Seta Branca, nada por minha conta. Ele dizia: "todos os dias eu te espero às nove horas no Turigano", e assim acontecia. Ele me preparava, me mediunizava e eu passava o dia trabalhando, não tinha dificuldades, todos ajudavam.

A Tia Neiva não conseguiu narrar ou contar a história das Tupinambás. Naquela época, ela estava muito debilitada e, não tinhamos tempo nem de conversar. A única coisa que ela fez foi o canto da minha individualidade, que diz tudo de nossa missão. O canto da Tupinambá é o da minha individualidade. Como não houve tempo de fazer o canto coletivo para as componentes da falange, eu pedi permissão a ela e dei o meu canto para as Tupinambás.

Acervo da Primeira Tupinambá Yone Turial